sexta-feira, 27 de maio de 2011

I Encontrão da Juventude de Antônio Martins





A juventude de Antônio Martins convida você e seu grupo para participar do I Encontrão da Juventude que se realizará no dia 04/06/11, com o tema: Jovens e Suas Relações. Um encontro com muito louvor, pregação, oração e adoração e contaremos com a presença do Pregador Yuri da Cidade de Janduís e a Equipe Paroquial de Martins.
 
“Precisamos de santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não sejam mundanas                                                                                   
 ( João Paulo II)

 
Programação


Dia 04/06/11
7:00hs - Acolhida e café da manhã.

8:00hs - Boas vindas e animação.

08h30min - Ofício das comunidades.

9:00hs - Pregação (tema do encontro).

10h30min - Apresentação.

11:00hs - Divisão dos grupos para discursão dos temas.

12:00hs - Intervalo para o almoço.

13h30min - Retorno com animação e apresentações sobre os temas.

14h30min - Pregação (lema do encontro).

15:00hs - Adoração ao Santíssimo Sacramento.

16:00hs - Encerramento do encontro.



 


Desde já agradecemos a sua presença.



II Encontro Estadual da Juventude Missionária



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Hoje sexta-feira (27), terá início, em Natal, o II Encontro Estadual da Juventude Missionária (JM), com líderes e assessores das três dioceses da província eclesiástica do Rio Grande do Norte.
O encontro contará com a presença do pe. Marcelo Gualberto, Secretário Nacional da Pontifícia Obra da Propagação da Fé e Juventude Missionária, que fará as formações dentro de duas temáticas: "A Missão a Luz da Palavra de Deus" e "A Doutrina Social da Igreja". Todos os presentes serão jovens conhecedores da identidade, metodologia e carisma"Ad Gentes" da JM, que já têm caminhada no movimento.

A Juventude Missionária vem crescendo, e isso se deve, em grande parte, ao trabalho da Infância e Adolescência Missionária, que deixou plantada, em muitas crianças, a "sementinha" do "Estado Permanente de Missão". Essas crianças agora são jovens e continuam dispostos a tornar Jesus Conhecido e amado.

Pedimos a oração por este e todos os encontros de jovens no mundo inteiro, para que com nossa força e dinamismo, a JM siga, sempre, "Vivendo a Alegria de Sermos Missionários" (Missão Continental).

A vibrante juventude católica

A 26ª Jornada Mundial da Juventude (JMJ) deste ano vai mobilizar milhares de jovens católicos ao redor do mundo. A cada edição do evento, os números são mais impressionantes. No próximo mês de agosto, a capital da Espanha, Madri, vai se transformar em uma arena com mais de 300 palcos, onde o mundo poderá testemunhar a vibrante fé de mais de um milhão de jovens católicos, cerca de 10 mil apenas de brasileiros.


O curioso é que este evento, tão ou mais expressivo que os grandes acontecimentos esportivos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, é promovido pela Igreja Católica tão frequentemente rotulada de antiquada ou retrógada e até mesmo envelhecida. Mas os números comprovam: A Igreja está bem viva e bem jovem!

São prova disso a quantidade de referências à Jornada Mundial da Juventude que podemos encontrar na internet. Uma rápida busca no Google apresenta aproximadamente 381 mil resultados em 0,08 segundos; se preferir abreviar e colocar JMJ encontrará aproximadamente quase 5 milhões de resultados em 0,06 segundos.

A JMJ é um legado do Papa João Paulo II. Em 1986, ele reuniu jovens de todo o mundo para a 1ª Jornada Mundial da Juventude. Em 1997, contrariando a expectativas de vários setores da sociedade e da imprensa, o evento realizado em Paris bateu recorde de público com cerca de 1,5 milhão de jovens. Por ser realizado em um país de tradição laica, os jovens surpreenderam o mundo ao atender prontamente o pedido do Papa e invadirem em massa as ruas da capital francesa.

Assim, a JMJ se renovou a cada nova geração de jovens católicos. De acordo com o agora beato João Paulo II, “o principal objetivo de uma Jornada Mundial da Juventude é fazer a pessoa de Jesus o centro da fé e da vida de cada jovem para que Ele possa ser seu ponto de referência constante e também a inspiração para cada iniciativa e compromisso para a educação das novas gerações.

E é para isso que, a cada edição da Jornada, a Igreja em todo mundo se mobiliza. No Brasil, não poderia ser diferente. Em 2011, Madri receberá a maior delegação de bispos e padres brasileiros. Além deles, cerca de 500 jovens de todas as regiões, irão representar diferentes movimentos, pastorais e novas comunidades. 

segunda-feira, 23 de maio de 2011

PARÓQUIA DE MARTINS/RN

Sábado 21, a paroquia de Martins, esteve reunida na casa de cultura popular, com todos os seus polos (Antônio Martins, Frutuoso Gomes, Serrinha dos Pintos e Pintada) para realizar-se mais uma formação de estudo bíblico, ao todo participaram 104 pessoas, para a formação do ESTUDO DO LIVRO DOS ATOS DOS APOSTOLOS, na qual a partir deste encontro esses animadores e animadoras realizará em famílias este estudo bíblico, durante todo o ano de 2011, nas famílias e grupos religiosos. O encontro foi assessorado por Julimar Fernandes, formado em Teologia. Durante todo o estudo, foi discutido varias questões como: contextualização do Novo Testamento, Autoria destinatário e objetivos, dentre outros assuntos. Vale apena lembrar que, o estudo do livro de Atos esta concentrada uma série de experiências da igreja com o Espírito Santo. Todas essas experiências são de suma importância para todos cristãos. Elas servem para o fortalecimento da fé em nossa caminhada como membros do corpo de Cristo.

Confira o quadro comparativo do Estudo feito em toda paroquia de Martins

Polo/Ano
Grupos 2008
Evang. Mateus
Grupos 2009
Evang. Marcos
Grupos 2010
Evang. Lucas
Grupos 2011
Atos dos Apost.
Antônio Martins
15
08
08
Atualizar
Frutuoso Gomes
09
07
07
Atualizar
Martins
10
10
10
       Atualizar
Pintada
05
05
05
Atualizar
Serrinha dos Pintos
08
08
08
Atualizar

Total De Grupos Em Toda Paroquia em 2010: 38 Grupos



Totais Participantes do estudo em toda Paroquia em 2010: 400 Pessoas



Nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos At 2.17.

 


Grupo de Estudo




















 
fonte: Tô na Midia

sábado, 21 de maio de 2011

Começa primeira etapa da Escola de Assessores de Jovens em Maringá

Neste fim de semana, dias 21 e 22, começa em Maringá (PR) a primeira etapa da Escola de Assessores de Jovens (EAJO). Trata-se de um projeto da Pastoral da Juventude (PJ) arquidiocesana em parceria com a Casa da Juventude e apoio do Regional Sul 2 da CNBB (Paraná).
Destinado à formação de pessoas que desenvolvem ou desejam atuar no acompanhamento da juventude em suas mais diversas realidades, a Escola recebeu inscrições de padres, religiosas, seminaristas e leigos de Maringá, outras dioceses do Regional e até de outros estados.
O curso será realizado em quatro etapas entre os meses de maio e novembro deste ano. “Realidade juvenil: desafios e perspectivas” é o tema da primeira etapa, assessorada pelo mestre em Educação e um dos idealizadores da Casa da Juventude do Paraná, Antonio Carlos Frutuoso.
Temáticas
O tema “História da organização juvenil e do magistério da Igreja sobre a juventude” será abordado nos dias 9 e 10 de julho, “Ministério e Identidade do Educador/Assessor de jovens”, nos dias 13 e 14 de agosto. Na última etapa, dias 26 e 27 de novembro, a temática “Planejamento Pastoral e Pessoal” completará a programação da escola

Deus sempre quer salvar a todos, também ao malvado, diz o Papa

Na Audiência Geral desta quarta-feira, a terceira dedicada ao tema da oração, o  Papa Bento XVI explicou que Deus sempre quer a salvação de todos, a conversão de cada ser humano incluindo o malvado, e para isso é necessário rezar como fez Abraão quando intercedeu por Sodoma e Gomorra.

Queridos irmãos e irmãs,

nas duas Catequeses passadas, refletimos sobre a oração como fenômeno universal, que – ainda que de formas diversas – está presente nas culturas de todos os tempos. Hoje, ao contrário, gostaria de iniciar um percurso bíblico sobre esse tema, que nos guiará para aprofundar o diálogo de aliança entre Deus e o homem que anima a história da salvação, até o cume, à Palavra definitiva que é Jesus Cristo. Esse caminho nos levará a nos determos em alguns importantes textos e figuras paradigmáticas do Antigo e do Novo Testamento. Será Abraão, o grande Patriarca, pai de todos os crentes (cf. Rm 4,11-12.16-17), a oferecer-nos um primeiro exemplo de oração, no episódio de intercessão pelas cidades de Sodoma e Gomorra. E gostaria também de convidar-vos a aproveitar do percurso que faremos nas próximas catequeses para aprender a conhecer mais a Bíblia
, que espero que tenhais nas vossas casas, e, durante a semana, dedicar-se a lê-la e meditá-la na oração, para conhecer a maravilhosa história do relacionamento entre Deus e o homem, entre Deus que se comunica a nós e o homem que responde, que reza.

O primeiro texto sobre o qual desejamos refletir encontra-se no capítulo 18 do Livro do Gênesis; narra-se que a malvadeza dos habitantes de Sodoma e Gomorra havia chegado ao seu ápice, tanto que se tornou necessário uma intervenção de Deus para realizar um ato de justiça e parar o mal, destruindo aquelas cidades. É aqui que se insere Abraão com a sua oração de intercessão. Deus decide revelar-lhe aquilo que está para acontecer e lhe faz conhecer a gravidade do mal e as suas terríveis consequências, porque Abraão é o seu eleito, escolhido para se tornar um grande povo e para fazer chegar a bênção divina a todo o mundo. A sua é uma missão de salvação, que deve responder ao pecado que invadiu a realidade do homem; através dele, o Senhor, quis reportar a humanidade à fé, à obediência, à justiça. E agora, esse amigo de Deus abre-se à realidade e à necessidade do mundo, reza por aqueles que estão para ser punidos e pede que sejam salvos.

Abraão compreende imediatamente o problema em toda a sua gravidade, e diz ao Senhor: "Fareis o justo perecer com o ímpio? Talvez haja cinquenta justos na cidade: fá-los-eis perecer? Não perdoaríeis antes a cidade, em atenção aos cinquenta justos que nela se poderiam encontrar? Não, vós não poderíeis agir assim, matando o justo com o ímpio, e tratando o justo como ímpio! Longe de vós tal pensamento! Não exerceria o juiz de toda a terra a justiça?" (vv. 23-25). Com essas palavras, com grande coragem, Abraão coloca diante de Deus a necessidade de evitar uma justiça sumária: se a cidade é culpável, é justo condenar o seu crime e infligir a pena, mas – afirma o grande Patriarca – seria injusto punir de modo indiscriminado todos os habitantes. Se na cidade há alguns inocentes, esses não podem ser tratados como os culpáveis. Deus, que é um juiz justo, não pode agir assim, diz Abraão justamente a Deus.

Se lemos, no entanto, mais atentamente o texto, damo-nos conta de que o pedido de Abraão é ainda mais sério e profundo, porque não se limita a demandar a salvação para os inocentes. Abraão pede o perdão para toda a cidade e o faz apelando à justiça de Deus; diz, de fato, ao Senhor: "Não perdoaríeis antes a cidade, em atenção aos cinquenta justos que nela se poderiam encontrar?" (v. 24b). Assim fazendo, coloca em jogo uma nova ideia de justiça: não aquela que se limita a punir os culpáveis, como fazem os homens, mas uma justiça diferente, divina, que busca o bem e o cria través do perdão que transforma o pecador, converte-o e salva-o. Com a sua oração, portanto, Abraão não invoca uma justiça meramente retributiva, mas uma intervenção de salvação que, tendo em conta os inocentes, liberte da culpa também os ímpios, perdoando-os. O pensamento de Abraão, que parece quase paradoxal, poderia ser sintetizado assim: obviamente não se podem tratar os inocentes como os culpáveis, isso seria injusto, é necessário, ao contrário, tratar os culpáveis como inocentes, colocando em ação uma justiça "superior", oferecendo a eles uma possibilidade de salvação, porque se os malfeitores aceitam o perdão de Deus e confessam as culpas deixando-se salvar, não continuarão mais a fazer o mal, tornar-se-ão também esses justos, sem mais necessidade de serem punidos.

É esse o pedido de justiça que Abraão expressa na sua intercessão, um pedido que se baseia sobre a certeza de que o Senhor é misericordioso. Abraão não pede a Deus algo contrário à sua essência, bate à porta do coração de Deus conhecendo a sua verdadeira vontade. Certamente Sodoma é uma grande cidade, cinquenta justos parecem pouca coisa, mas a justiça de Deus e o seu perdão não são talvez a manifestação da força do bem, também se parece menor e mais débil que o mal? A destruição de Sodoma devia parar o mal presente na cidade, mas Abraão sabe que Deus tem outros modos e outros meios para colocar obstáculos à difusão do mal. É o perdão que interrompe a espiral do pecado, e Abraão, no seu diálogo com Deus, apela exatamente a isso. E quando o Senhor aceita perdoar a cidade se ali encontrar cinquenta justos, a sua oração de intercessão começa a subir às profundezas da misericórdia divina. Abraão – como recordamos – faz diminuir progressivamente o número dos inocentes necessários para a salvação: se não fossem cinquenta, poderiam bastar quarenta e cinco, e depois sempre mais para baixo até dez, continuando com a sua súplica, que se faz quase ardente na insistência: "talvez lá se encontrem quarenta… trinta… vinte… dez" (cf. vv. 29.30.31.32). E quanto menor torna-se o número, maior revela-se e manifesta-se a misericórdia de Deus, que escuta com paciência a oração, acolhe-a e repete a cada súplica: "perdoarei, ...não destruirei, ...não o farei" (cf. vv. 26.28.29.30.31.32).

Assim, pela intercessão de Abraão, Sodoma poderá ser salva, se nessa se encontrarem também somente dez inocentes. É esse o poder da oração. Porque através da intercessão, a oração a Deus pela salvação dos outros, manifesta-se e expressa-se o desejo de salvação que Deus nutre sempre pelo homem pecador. O mal, de fato, não pode ser aceito, deve ser assinalado e destruído através da punição: a destruição de Sodoma tinha exatamente essa função. Mas o Senhor não quer a morte do malvado, mas que se converta e viva (cf. Ez 18,23; 33,11); o seu desejo é sempre aquele de perdoar, salvar, dar a vida, transformar o mal em bem. Bem, é exatamente esse o desejo divino que, na oração, torna-se desejo do homem e expressa através de palavras de intercessão. Com a sua súplica, Abraão está emprestando a própria voz, mas também o próprio coração, à vontade divina: o desejo de Deus é misericórdia, amor e vontade de salvação, e esse desejo de Deus encontrou em Abraão e na sua oração a possibilidade de manifestar-se de modo concreto no interior da história dos homens, para estar presente onde há necessidade de graça. Com a voz da sua oração, Abraão está dando voz ao desejo de Deus, que não é aquele de destruir, mas de salvar Sodoma, de dar vida ao pecador convertido.

É isso que o Senhor deseja, e o seu diálogo com Abraão é uma prolongada e inequívoca manifestação do seu amor misericordioso. A necessidade de encontrar homens justos no interior da cidade torna-se sempre menos exigente e, ao final, bastarão dez para salvar a totalidade da população. Por qual motivo Abraão para em dez não é dito no texto. Talvez seja um número que indica um núcleo comunitário mínimo (ainda hoje, dez pessoas são o quórum necessário para a oração pública hebraica). No entanto, trata-se de um número exíguo, uma pequena parcela do bem da qual partir para salvar um grande mal. Mas nem mesmo dez justos se encontravam em Sodoma e Gomorra, e as cidades foram destruídas. Uma destruição paradoxalmente testemunhada como necessária exatamente pela oração de intercessão de Abraão. Porque exatamente aquela oração revelou a vontade salvífica de Deus: o Senhor estava disposto a perdoar, desejava fazê-lo, mas as cidades estavam fechadas em um mal totalizante e paralisante, sem sequer poucos inocentes dos quais partir para transformar o mal em bem. Por que é exatamente esse o caminho da salvação que também Abraão pedia: ser salvos não quer dizer simplesmente escapar da punição, mas ser libertos do mal que em nós habita. Não é o castigo que deve ser eliminado, mas o pecado, aquela recusa de Deus e do amor que traz já em si o castigo. Dirá o profeta Jeremias ao povo rebelde: "Valeu-te este castigo tua malícia, e tuas infidelidades atraíram sobre ti a punição. Sabe, portanto, e vê quanto te foi funesto e amargo abandonar o Senhor teu Deus" (Jer 2,19). É dessa tristeza e amargura que o Senhor quis salvar o homem libertando-o do pecado. Mas essa é uma transformação do interior, uma inclinação para o bem, um início do qual partir para transmutar o mal em bem, o ódio em amor, a vingança em perdão. Por isso os justos devem estar dentro da cidade, e Abraão continuamente repete: "talvez lá se encontrem...". "Lá": é dentro da realidade doente que deve estar aquela semente do bem que pode curar e restituir a vida. É uma palavra também a nós: que nas nossas cidades se encontre a semente do bem; que façamos de tudo para que sejam não somente dez os justos, para fazer viver e sobreviver as nossas cidades e para salvar-nos dessa amargura interior que é a ausência de Deus. E na realidade doente de Sodoma e Gomorra aquela semente do bem germe não se encontrava.

Mas a misericórdia de Deus na história do seu povo alarga-se ulteriormente. Se, para salvar Sodoma, serviam dez justos, o profeta Jeremias dirá, em nome do Onipotente, que basta um só justo para salvar Jerusalém: "Percorrei as ruas de Jerusalém, olhai, perguntai; procurai nas praças, vede se nelas encontrais um homem, um só homem que pratique a justiça e que seja leal; então eu perdoarei a cidade" (5,1). O número caiu novamente, a vontade de Deus se mostra ainda maior. No entanto, isso ainda não basta, a superabundante misericórdia de Deus não encontra a resposta de bem que busca, e Jerusalém cai sob o assédio do inimigo. Será preciso que Deus mesmo torne-se aquele justo. E esse é o mistério da Encarnação: para garantir um justo, Ele mesmo de faz homem. O justo sempre estará presente porque é Ele: é preciso, portanto, que Deus mesmo torne-se aquele justo. O infinito e surpreendente amor divino será plenamente manifestado quando o Filho de Deus se fizer homem, o Justo definitivo, o perfeito Inocente, que levará a salvação ao mundo inteiro morrendo na cruz, perdoando e intercedendo por aqueles que "não sabem o que fazem" (Lc 23,34). Então a oração de cada homem encontrará a sua resposta, então toda a nossa intercessão será plenamente atendida.

Queridos irmãos e irmãs, a súplica de Abraão, nosso pai na fé, ensine-nos a abrir sempre mais o coração à misericórdia superabundante de Deus, para que na oração cotidiana saibamos desejar a salvação da humanidade e pedi-la com perseverança e com confiança ao Senhor que é grande no amor. Obrigado”.

DIOCESE DE MOSSORÓ GANHA DOIS NOVOS DIÁCONOS

Para servir à Palavra e à Caridade, dois jovens receberam, pela imposição de mãos e oração de Dom Mariano Manzana, o diaconato que é o primeiro grau do Sacramento da Ordem. São eles: Jorge que se dedicará ao serviço de promotoria vocacional junto ao seminário Santa Terezinha; e Robério que, desempenhará a diaconia na Paróquia de N.S. da Imaculada Conceição na cidade de Martins.
  A eles, nossos parabéns e orações!