sexta-feira, 17 de junho de 2011

FM VIDA VOLTA A OPERAR COM FORÇA TOTAL

NO ANO PASSADO A FM VIDA DE MARTINS PASSOU POR PROBLEMAS NO SEU TRANSMISSOR PRINCIPAL PASSANDO A OPERAR EM BAIXA POTÊNCIA.

AGORA EM JUNHO O NOSSO TÉCNICO INSTALOU O TRANSMISSOR PRINCIPAL E A RÁDIO VIDA VOLTOU A OPERAR COM FORÇA TOTAL.

TRANSMITA ESSA NOTÍCIA PARA QUE OS AMANTES DA RÁDIO VIDA POSSAM SINTONIZÁ-LA  NOVAMENTE NOS MAIS DE 50 MUNICÍPIOS QUE O SEU SINAL ATINGE.

Qual a importância da Campanha da Fraternidade sobre a juventude?

Com a Campanha da Fraternidade em 2013 focada na juventude, a Igreja do Brasil abrirá ainda mais o coração para a novidade que os jovens sempre trazem. É o que pensa Dom Eduardo Pinheiro da Silva, presidente da Comissão Episcopal para a Juventude, que propôs o tema escolhido pelo Conselho Permanente da CNBB.
O bispo-auxiliar de Campo Grande comemorou a escolha e a mobilização dos jovens, que, num prazo de quatro meses, recolheram em todo o país quase 300 mil assinaturas na petição encaminhada aos bispos em apoio ao tema. Veja a seguir a entrevista que Dom Eduardo concedeu aos Jovens Conectados nesta quinta-feira (16).
Jovens Conectados: Dom Eduardo, qual a importância da escolha desse tema da Campanha da Fraternidade de 2013 para a juventude  e para a Igreja do Brasil?
Dom Eduardo Pinheiro: Teremos um ano todinho direcionado, voltado à juventude. A campanha é muito mais abrangente dentro desse ano de 2013, especialmente com várias outras atividades que estamos organizando com relação à juventude. Os jovens vão se beneficiar com as respostas concretas que o episcopado, que a  Igreja lhe dará. E a Igreja vai se beneficiar porque vai abrir mais o ouvido, o coração, as portas para a novidade que a Juventude sempre traz.
Jovens Conectados: Que questões específicas da juventude poderão ser tratadas durante a campanha?
Dom Eduardo Pinheiro: Uma das questões certamente é o valor da vida dos jovens. Devemos fazer com que eles percebam seu grande valor e despertar os adultos para essa valorização, para um olhar positivo diante dos jovens. Precisamos mostrar nossa voz na sociedade, em vista da questão da vida dos jovens e da dignidade da vida, na luta por políticas públicas relacionadas à juventude, favorecendo assim uma maior qualidade de vida dos jovens, que em muitos lugares está sendo dizimada por violências físicas, pelas drogas, etc.  As drogas são outro elemento que devemos tocar.
Outra questão é a família. Nós sabemos o quanto esse valor fundamental na vida de uma pessoa está sendo deteriorado por certas filosofias de vida ou por pontos de vista que não condizem com uma formação integral. Acredito que vai ser uma oportunidade boa para tratar disso.
Outro elemento a ser tratado é a missionariedade. Precisamos fazer com que  a juventude seja mais valorizada em sua capacidade de atuar na Igreja e na sociedade e precisamos motivar o jovem a sair de seu mundo para fazer uma doação, um trabalho voluntário, para ser mais solidário com a vida do próximo.
Jovens Conectados: O senhor acredita que a campanha possa ter efeito práticos em termos de politicas públicas?
Dom Eduardo Pinheiro: Toda Campanha da Fraternidade tem também essa dimensão de uma participação sócio-política, especialmente chamando a atenção da sociedade para aquele tema enfocado e ao mesmo tempo chamando a atenção da Igreja para uma participação mais efetiva na sociedade.
Jovens Conectados: Como o senhor espera que seja a participação dos jovens na campanha?
Dom Eduardo Pinheiro: A participação dos jovens certamente deverá ser contemplada desde a construção do texto-base, quem sabe. É um texto que precisa de uma qualidade técnica e de uma participação de vários pontos de vista. E também esperamos que a campanha seja vivida na comunidade, nas paróquia, na base. Acreditamos que toda essa presença, esse contato que temos com pastorais da juventude, movimentos, novas comunidades, etc., nós conseguiremos fazer com que essa campanha seja mais vivenciada nas bases, porque o jovem está lá e temos certeza de que ele vai assumir isso de coração.
Jovens Conectados: Houve uma intensa participação dos jovens coletando assinaturas na petição pelo tema da juventude na Campanha da Fraternidade de 2013. Qual foi a importância desse trabalho?
Dom Eduardo: O valor primeiro é essa adesão a uma proposta que fizemos. Foram praticamente quatro meses de campanha para recolher quase trezentas mil assinaturas! Isso significa que temos um povo que realmente deseja esse tema e que está ligado à juventude. Esse número é muito significativo pelo pouco tempo que tivemos.
Enquanto eram coletadas assinaturas, ouvi várias histórias. Várias vezes me abordaram dizendo “Olha, nós já entregamos a ficha lá na CNBB”. Outras pessoas vieram entregar as assinaturas pra mim, e peguei e encaminhei. Senti que o pessoal estava contente com isso. Uma vez um padre me telefonou de uma cidade perguntando: “Dom Eduardo, juventude é um tema tão importante. O  senhor acha que precisa coletar assinaturas para os bispos se convencerem?” Eu disse: olha, não é que o número de assinaturas vai contar como se fosse a maior força, mas é para haver já um envolvimento, a conscientização sobre um tema tão querido. Só o fato de o pessoal sair por aí recolhendo adesões, falando de juventude, já é uma propaganda muito importante para o tema. Com isso, nós podemos dizer que a campanha já começou.
Jovens Conectados: o senhor gostaria de acrescentar algo mais?
Dom Eduardo Pinheiro: Além de agradecer a Deus por mais este presente que Ele dá a nossa Igreja e à juventude do Brasil, por fazer acontecer essa aprovação, quero pedir que todos nós abracemos esta causa. É um tema importante, e acreditamos que sem a força de todas e de todos que fazem parte  da Igreja não teremos o sucesso como uma Campanha da Fraternidade. Peço um grande envolvimento a todos, principalmente aos jovens.
fonte: Jovens conectados.

Programa maria mãe da igreja


O programa Maria mãe da igreja vai ao ar toda sexta as 18h30m, pela fm vida de Martins. E é apresentado por Luiz Fernando jovem da Paróquia de Martins que não mede esforços na evangelização dos jovens de Martins e onde abrange o sinal da rádio vida.

Sair de casa. Vale a pena?

A convivência entre pais e filhos tem momentos complicados. Mas a maioria dos jovens não pensa em morar só.
Os adolescentes ainda continuam respondões e com acessos de mau humor, mas pelo menos começaram a entender melhor os pais. A maioria gosta da vida familiar, convive bem com o pai e a mãe e não pretende sair de casa tão cedo. Autonomia e independência? Para quê, se em casa tem a comidinha da mamãe? Os jovens pensam até em morar sozinhos um dia, mas só quando estiverem seguros da decisão. Para a maior parte, não vale a pena sacrificar o conforto pela independência. Uma pesquisa que ouviu 2 425 jovens em seis capitais e no interior de São Paulo aponta que 82% deles têm pouca ou nenhuma vontade de morar longe dos pais. A principal razão é o bom relacionamento dentro de casa. Apenas 7% da garotada se dá mal com o pai e só 3% não se dão bem com a mãe. A proximidade maior tem facilitado até a vida de namorados e namoradas. Um levantamento mostra que 15% dos pais permitem que as filhas durmam acompanhadas em casa. Entre os rapazes, esse número dobra.
A relação entre pais e filhos mudou – e para melhor. Até bem pouco tempo atrás o diálogo entre gerações era muito mais difícil. Educação significava rigidez. Assuntos como a sexualidade passavam longe da mesa de jantar. Os filhos reprimidos dessa época se tornaram os pais desorientados de hoje em dia. Ao mesmo tempo que se aproximaram dos filhos, vivem um dilema. Qual a melhor conduta? Endurecer o jogo, como no passado, e ressuscitar todo o conflito de gerações, ou assumir uma postura liberal e correr o risco de perder as rédeas da situação? A resposta é mais simples do que parece. A maioria dos educadores concorda que os pais devem fazer papel de pais, precisam censurar quando for necessário, não ceder e agüentar firme as provocações. "Não adianta fazer concessões ao jovem. É preciso deixar claro o que se pretende passar para ele", afirma o psicólogo paulista Antônio Carlos Egypto. Por melhor que seja a relação, pais e filhos nunca serão amigos no sentido estrito da palavra. Ao se tornar amigo, o pai corre o risco de não mais exercer seu papel, que é orientar.

É importante para os pais estabelecer limites aos jovens. Se não acham correto que a garotada beba, devem dizer abertamente, ainda que isso cause divergências. Esse conflito é importante para o amadurecimento do adolescente. Diante de uma negativa, o jovem é obrigado a tomar uma decisão. Ou ele vai contra os pais e segue por sua conta e risco, arcando com as consequências, ou acata a determinação. Esse tipo de ponderação é o que leva à maturidade. "Ao não concordarem com um hábito ou comportamento do filho, os pais estão passando seus valores, algo em que acreditam. Para estabelecer seu próprio jeito de viver no mundo, o adolescente preciso de alguns princípios básicos, que são adquiridos muitas vezes na base da divergência.

os jovens e a familía



                  QUAL É A IMPORTÂNCIA DA FAMILÍA?
Família a construção da identidade do jovem e como a sociedade interfere em suas esolhas.
 A família deve ser a principal responsável pela formação da consciência cidadã do jovem e também apoio importante no processo de adaptação das crianças para a vida em sociedade. Uma boa educação dentro de casa garante uma base mais sólida e segura no contato com as adversidades culturais e sociais, a ausência familiar gera graves consequências na formação, alimentando valores egocêntricos, que levam os mais jovens ao mundo do vício e das futilidades.

Mudanças no Perfil da Família Brasileira Diminuição na Configuração Familiar: Estudos demonstram que na década de 90 a tendência foi a diminuição na configuração ( menor número de pessoas que compõem a família) e aumento da diversidade dos grupos familiares; Diminui o número de casamentos: O número de casamentos em 2002 ( IBGE, 2003) é 4% inferior ao de 1991. Há 12 anos eram 7,5 uniões legais por mil habitantes. Esse número caiu para 5,7 por mil.

CURIOSIDADES Aumento do número de relações sem registro: O número de uniões consensuais, “sem papel passado” quase dobraram na última década; Idosos se casam mais: No grupo com mais de 65 anos, os homens casam-se cerca de 5 vezes mais do que as mulheres. Menos casamentos e mais uniões rompidas: De 1991 a 2002 as separações aumentaram 30,7%. Houve um incremento de 59,6% dos divórcios; Recasamentos: O percentual de divorciados em novas tentativas de casamento passou de 5,3% do total em 1991 para 10,8% em 2002.

“Independente da sua estrutura e configuração, a família é o palco em que se vive as emoções mais intensas e marcantes da experiência humana. É o lugar onde é possível a convivência do amor e do ódio, da alegria e da tristeza, do desespero e da desesperança. A busca do equilíbrio entre tais emoções, somada às diversas transformações na configuração deste grupo social, têm caracterizado uma tarefa ainda mais complexa a ser realizada pelas novas famílias”.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Preparativos para comemorar 60º aniversário de sacerdócio do Papa


Orações pelas vocações e pela santificação do clero
WASHINGTON, quinta-feira, 2 de junho de 2011 - Por ocasião do 60º aniversário da ordenação sacerdotal do Papa, que será comemorado no dia 29 de junho, a Congregação para o Clero convidou os católicos do mundo inteiro a comemorar com 60 horas de oração eucarística pelas vocações e pela santificação do clero.
Os bispos dos Estados Unidos estão exortando as paróquias a preparar-se para a comemoração do aniversário. Publicaram uma declaração na qual explicam que as dioceses do mundo inteiro estão organizando orações diante do Santíssimo Sacramento no mês de junho.
Algumas celebrações terminarão no dia 1º de julho, festa do Sagrado Coração de Jesus e Dia Mundial de Oração pelos Sacerdotes.
O arcebispo de Nova Iorque e presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos, Dom Timothy Dolan, destacou a importância desta celebração, em uma carta enviada aos bispos na semana pesada.
Nela, definiu as orações pelas vocações como "uma intenção meritória" e um sacrifício espiritual apropriado "em sinal de gratidão pelo exemplo e pelo serviço de Bento XVI".
"Um aumento do número e da santidade dos sacerdotes que prestam seu serviço em nossas dioceses é um sinal de saúde e vitalidade na Igreja", acrescentou.
O arcebispo de St, Louis e presidente da Comissão para o Clero, a Vida Consagrada e as Vocações dos bispos dos Estados Unidos, Dom Robert Carlson, declarou que o aniversário "é uma oportunidade excepcional para agradecer pelo nosso Santo Padre, rezar por todos os nossos sacerdotes e pedir ao Senhor mais vocações ao sacerdócio".

Juventude será o tema da Campanha da Fraternidade de 2013


Fraternidade e Juventude. Este será o tema da Campanha da Fraternidade de 2013. A escolha foi feita hoje, 15, pelo Conselho Episcopal Pastoral, que está reunido desde ontem na sede da CNBB.
O tema foi proposto pelo Setor Juventude da CNBB, que recolheu cerca de 300 mil assinaturas junto aos jovens do Brasil. O lema será escolhido na próxima reunião do Consep.

O Setor da Mobilidade Humana da CNBB apresentou e defendeu o tema do tráfico de pessoa humana e o trabalho escravo. Outros temas foram apresentados, mas não receberam votos.

Esta será a segunda Campanha da Fraternidade sobre a Juventude. A primeira foi realizada em 1992 com o lema “Juventude, caminho aberto”.

A escolha dos temas da Campanha da Fraternidade é feita com antecedência de dois anos.
                                                                                                                                  fonte CNBB