quarta-feira, 10 de agosto de 2011
O Folheto!
Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do padre e seu sobrinho saírem pelas ruas com os folhetos, fazia muito frio lá fora e também chovia muito. O menino se agasalhou e disse:
-Ok, tio padre, estou pronto. ‘
E o padre perguntou:
-’Pronto para quê?’:
-’Tio, está na hora de juntarmos os nossos folhetos e sairmos. ‘
O padre respondeu:
-’Filho, está muito frio lá fora e também está chovendo muito. ‘
O menino olhou surpreso e perguntou:
-’Mas tio, as pessoas não vão para o inferno até mesmo em dias de chuva?’
O padre respondeu:
-’Filho, eu não vou sair nesse frio. ‘
Triste, o menino perguntou:
-’Tio, eu posso ir? Por favor!’
O padre hesitou por um momento e depois disse:
-’Filho, você pode ir. Aqui estão os folhetos. Tome cuidado, filho. ‘
-’Obrigado, tio!’
Então ele saiu no meio daquela chuva. Este menino de onze anos caminhou pelas ruas da cidade de porta em porta entregando folhetos sacros a todos que via.
Depois de caminhar por duas horas na chuva, ele estava todo molhado, mas faltava o último folheto. Ele parou na esquina e procurou por alguém para entregar o folheto, mas as ruas estavam totalmente desertas. Então ele se virou em direção à primeira casa que viu e caminhou pela calçada até a porta e tocou a campainha. Ele tocou a
campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
campainha, mas ninguém respondeu. Ele tocou de novo, mais uma vez, mas ninguém abriu a porta. Ele esperou, mas não houve resposta.
Finalmente, este soldadinho de onze anos se virou para ir embora, mas algo o deteve. Mais uma vez, ele se virou para a porta, tocou a campainha e bateu na porta bem forte. Ele esperou, alguma coisa o fazia ficar ali na varanda. Ele
tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:
tocou de novo e desta vez a porta se abriu bem devagar.
De pé na porta estava uma senhora idosa com um olhar muito triste. Ela perguntou gentilmente:
-’O que eu posso fazer por você, meu filho?’
Com olhos radiantes e um sorriso que iluminou o mundo dela, este pequeno menino disse:
-’Senhora, me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS A AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto que lhe dirá tudo sobre JESUS e seu grande AMOR. ‘
Então ele entregou o seu último folheto e se virou para ir embora.
Ela o chamou e disse:
Ela o chamou e disse:
-’Obrigada, meu filho!!! E que Deus te abençoe!!!’
Bem, na manhã do seguinte domingo na igreja, o Padre estava no altar, quando a missa começou ele perguntou:
- ‘Alguém tem um testemunho ou algo a dizer?’
Lentamente, na última fila da igreja, uma senhora idosa se pôs de pé. Conforme ela começou a falar, um olhar glorioso transparecia em seu rosto.
- ‘Ninguém me conhece nesta igreja. Eu nunca estive aqui. Vocês sabem antes do domingo passado eu não era cristã. Meu marido faleceu a algum tempo deixando-me totalmente sozinha neste mundo. No domingo passado, sendo um dia particularmente frio e chuvoso, eu tinha decidido no meu coração que eu chegaria ao fim da linha, eu não tinha mais esperança ou vontade de viver.
Então eu peguei uma corda e uma cadeira e subi as escadas para o sótão da minha casa. Eu amarrei a corda numa madeira no telhado, subi na cadeira e coloquei a outra ponta da corda em volta do meu pescoço. De pé naquela cadeira, tão só e de coração partido, eu estava a ponto de saltar, quando, de repente, o toque da campainha me assustou. Eu pensei:
-’Vou esperar um minuto e quem quer que seja irá embora. ‘
Eu esperei e esperei, mas a campainha era insistente; depois a pessoa que estava tocando também começou a bater bem forte. Eu pensei:
-’Quem neste mundo pode ser? Ninguém toca a campainha da minha casa ou vem me visitar. ‘
Eu afrouxei a corda do meu pescoço e segui em direção à porta, enquanto a campainha soava cada vez mais alta.
Quando eu abri a porta e vi quem era, eu mal pude acreditar, pois na minha varanda estava o menino mais radiante e angelical que já vi em minha vida. O seu SORRISO, ah, eu nunca poderia descrevê-lo a vocês!
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:,
As palavras que saíam da sua boca fizeram com que o meu coração que estava morto há muito tempo SALTASSE PARA A VIDA quando ele exclamou com voz de querubim:,
-’Senhora, eu só vim aqui para dizer QUE JESUS A AMA MUITO. ‘
Então ele me entregou este folheto que eu agora tenho em minhas mãos.
Conforme aquele anjinho desaparecia no frio e na chuva, eu fechei a porta e atenciosamente li cada palavra deste folheto. Então eu subi para o sótão para pegar a minha corda e a cadeira. Eu não iria precisar mais delas. Vocês vêem – eu agora sou uma FILHA FELIZ DE DEUS!!!
Já que o endereço da igreja estava no verso deste folheto, eu vim aqui pessoalmente para dizer OBRIGADO ao anjinho de Deus que no momento certo livrou a minha alma de uma eternidade no inferno. ‘
Não havia quem não tivesse lágrimas nos olhos na igreja. O Velho Padre desceu do altar e foi em direção a primeira fila onde o seu anjinho estava sentado. Ele tomou o seu sobrinho nos braços e chorou copiosamente.
Provavelmente nenhuma igreja teve um momento tão glorioso como este.
Bem aventurados são os olhos que vêem esta mensagem. Não deixe que ela se perca, leia-a de novo e passe-a adiante.
Lembre-se: a mensagem de Deus pode fazer a diferença na vida de alguém próximo a você.
Por isso…
- Me perdoe se eu estou perturbando, mas eu só gostaria de dizer que JESUS TE AMA MUITO e eu vim aqui para lhe entregar o meu último folheto.
As vezes pensamos que precisamos de muito conhecimento para evangelizar. Essa historinha nos mostra que não. Por isso, não deixe de entregar um “folheto”, não deixe de falar de Jesus, com simplicidade, como aquela criança!
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Meditando o Evangelho de hoje
Dia Litúrgico: 10 de Agosto, São Lourenço, diácono e mártir
Evangelho (Jn 12,24-26): Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: «Em verdade, em verdade, vos digo: se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só. Mas, se morre, produz muito fruto. Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem não faz conta de sua vida neste mundo, há de guardá-la para a vida eterna. Se alguém quer me servir, siga-me, e onde eu estiver, estará também aquele que me serve. Se alguém me serve, meu Pai o honrará».
Hoje, a Igreja por meio da Liturgia Eucarística que celebra o mártir romano São Lourenço nos lembra que «Existe um testemunho de coerência que todos os cristãos devem estar dispostos a dar cada dia, inclusive a custa de sofrimentos e de grandes sacrifícios» (João Paulo II).
A Lei Moral é santa e inviolável. Esta afirmação, certamente, contrasta com o ambiente relativista que impera em nossos dias, onde com facilidade cada um adapta as exigências éticas à própria comodidade pessoal ou às suas próprias debilidades. Não encontraremos ninguém que diga: Eu sou imoral; Eu sou um inconsciente; Eu sou uma pessoa sem verdade... Qualquer pessoa que dissesse isso se desqualificaria a si mesma imediatamente.
Mas a pergunta relevante seria: de que moral, de que consciência e de que verdade estamos falando? É evidente que a paz e a sadia convivência sociais não se podem basear em uma moral à la carte, onde cada um tira conforme lhe pareça, sem levar em conta as inclinações e as aspirações que o Criador dispôs para nossa natureza. Esta moral, longe de nos conduzir por «caminhos seguros» para os «verdes prados» que o Bom Pastor deseja para nós (cf. Sal 23, 1-3), nos levaria irremediavelmente às areias movediças do relativismo moral, onde absolutamente tudo se pode pactuar e justificar.
Os mártires são testemunhas inapeláveis da santidade da lei moral: há exigências de amor básicas que não admitem nunca exceções nem adaptações. De fato, «Na Nova Aliança encontram-se numerosas testemunhas de seguidores de Cristo que (...) aceitaram as perseguições e a morte antes de fazer o gesto idólatra de queimar incenso diante a estátua do Imperador (João Paulo II).
No ambiente da Roma do imperador Valeriano, o diácono «São Lourenço amou a Cristo na vida, imitou a Cristo na morte» (Santo Agostinho). E, uma vez mais, cumpriu-se que «quem não faz conta de sua vida neste mundo, há de guardá-la para a vida eterna» (Jo 12, 25). Felizmente para nós, a memória de São Lourenço, ficará para sempre, como sinal de que o seguimento de Cristo merece que se dê a própria vida e, não admitir frívolas interpretações do seu caminho.
Jornada Mundial da Juventude
"A Jornada Mundial da Juventude é um grande encontro de jovens de todo o mundo em torno do Vigário de Cristo. É um excelente meio de evangelização da Igreja, que, por intermédio destas Jornadas, continua a anunciar a mensagem de Cristo aos jovens.
O objetivo prioritário da Jornada Mundial da Juventude é informar a todos os jovens do mundo a mensagem de Cristo. É uma iniciativa da Igreja evangelizadora, com uma grande dimensão ecumênica.
As experiências pastorais e apostólicas ao longo destes anos tem sido extremamente positivas. Além disso, a sacramentalidade da Igreja envolve a sua visibilidade. A missão da Igreja é sempre "ad gentes" ("Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho, diz o Senhor") e isto significa estar presente na sociedade. Estas jornadas são uma manifestação da presença da Igreja e um sinal de comunhão entre seus membros. Nesses encontros, que são fundamentalmente encontros de oração, caridade, solidariedade e respeito, destaca-se o íntimo do ser da Igreja: como a Igreja de oração, como Igreja peregrina. E ao mesmo tempo, sublinha a sua catolicidade.
Nossa Diocese está preparando uma equipe onde cada paróquia estará enviando um representante, além de mais dois jovens que estarão compondo a equipe da CNBB que estará indo trabalhar na JMJ em Madrid.
POR QUE OS JOVENS SE ATIRAM ÀS DROGAS?
O mundo está cada vez mais competitivo e exige um preparo intelectual cada vez maior. A globalização por sua vez também sufoca quem foge dela. O jovem se vê imaturo e despreparado para decidir e encarar as exigências provenientes da globalização. Hoje a infância e a adolescência estão sendo abreviadas. Se exige de uma criança e de um jovem uma responsabilidade muito grande. Por outro lado, o jovem encontra o conflito de 3 gerações: os avós, os pais e os filhos. Gerações distintas: a primeira paternalista, autoritária, machista; a segunda liberal e pais dedicados ao trabalho para o sustento da família; a terceira, jovens solitários, sem conhecer a dimensão de família, dedicados a malhação, culto pelo corpo e aos mil cursos ou muitas vezes dedicados a "faço o que quero, quando quero, onde quero", sem nenhum objetivo, mas se sentindo donos do mundo quando reunidos em suas gangs. Muitos recorrem a droga como forma de resolver conflitos internos ou como forma de fugir de conflitos pessoais, sociais e, sobretudo familiares. Ou mesmo para relaxarem diante de tanta exigência social. Daí para uma primeira vez é fácil, mas para uma última vez é difícil. É como um labirinto: fácil de entrar, mas difícil de sair.
SEMANA DE MISSÃO EM PREPARAÇÃO AOS 25 DE VIDA RELIGIOSA DE IR.DORINHA E IR. DINÁ
As comunidades do Jocelin villar e Lagoa Nova estão vivendo uma semana de missão em preparação a esta festa, visitas as famílias, celebrações da palavra. Com o objetivo de envolver as famílias nesta caminhada das comunidades, também neste mês vocacional possa despertar alguma vocação especifica.Breve algumas fotos.
É mesmo preciso planejar?
Jesus pode ser, em todos os sentidos, um contemporâneo nosso. Sua doutrina e sua praxe parecem um café que acaba de ser coado. É cheio de sabor e de aroma. E quanto aos nossos famosos planos de pastoral, eles tem alguma coisa a ver com a prática de Jesus? Aparentemente não. Estamos convencidos de que isso é um procedimento moderno: fazer a definição das prioridades, e depois pôr em ação, seria praxe do século XX. Mas de fato é diferente. Jesus foi um grande planejador. O plano dele o fazia vibrar, e sobre ele não se cansava de falar. Tornou-se para Ele uma paixão. Mas então, qual foi o Plano do nosso Salvador? Foi a proposta incomparável do Reino de Deus. “A vós é concedido conhecer os mistérios do Reino de Deus” ( Mc 4, 11). A doutrina do Mestre mais parece o bom cheiro de um churrasco que está sendo assado, e não a carne inodora que está guardada na geladeira. O Plano do Reino ainda hoje está cheio de vigor.
Entre os que se mantém avessos ao planejamento pastoral se alinham, antes de tudo, os “devotos” do Espírito Santo. Ensinam, e nisso tem ponta de razão, que é Ele quem dirige a Igreja. Ninguém lhes fará oposição. Mas eu posso ter profunda fé na inspiração do Paráclito, sem declinar da atividade racional. Posso unir as duas verdades. O mais das vezes o apelo ao Espírito de Jesus, é para se justificar, e não fazer nada...Em segundo lugar, os pessimistas argumentam que nenhum plano até hoje deu certo. Fez-se muito barulho, muita participação, viagens, reuniões, e ao final aprovação unânime da assembléia. Mas em seguida vem o problema. O tal do plano se tornaria vítima de aposentadoria precoce. A memória do computador seria o único “lócus” onde ele se salva. Não é isso que tenho visto. Posso testemunhar que o planejamento nunca alcança eficiência total. Pode até se restringir a menos da metade, mas isso é muito mais do que nada.”Algumas sementes caíram em terra boa, e renderam cem, sessenta e trinta frutos por um” (Mt 13, 8). Vamos olhar com otimismo para as “Diretrizes da Ação Pastoral da Igreja no Brasil”, que agora se discutem, e são ponto de partida para os novos Planos.
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