sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O YOUCAT - presente há 1 ano no mundo dos jovens!

A juventude católica está em festa celebrando 1 ano em que foi presenteada pelo Santo Padre com o YOUCAT. Exatamente há um ano muitos de nós recebíamos em nossas mochilas – no kit peregrino da JMJ em Madrid – um livro cativante. Com ele a Igreja começava a trilhar um novo e bonito caminho para alcançar o “mundo dos jovens” em todos os sentidos.

O jovem em si mesmo gosta de tudo o que de certa maneira se aproxima do seu mundo. Quando falamos dessa proximidade, logo nos perguntamos: - E qual é o mundo do jovem hoje? Dentre tantos lugares, podemos dizer que hoje um universo em especial é o das redes e mídias sociais. A Igreja tem nos ensinado que a internet não é simplesmente um meio para falar sobre a fé, mas, sobretudo um lugar para comunicá-la.  E um jeito bonito que ela encontrou para fazer isso foi nos presenteando com o YOUCAT porque ele traz algumas características bem jovens e próprias do universo cibernético como: a sua estrutura de perguntas e respostas, o uso de imagens, pequenas reflexões e os textos complementares.

O maior legado que uma Jornada Mundial da Juventude pode nos deixar é o desejo de tornar o nome e o Rosto de Jesus de Nazaré mais amado e conhecido. O YOUCAT que nos foi dado na última JMJ veio para dar força a esse legado. Tenho percebido que desde que fomos presenteados, a cada contato que os jovens têm com esse Catecismo se cumpre o que o Santo Padre nos diz no prefácio, de “que este livro é cativante, porque fala do nosso próprio destino, pelo que está profundamente próximo de cada um de nós”. Porque nos cativou queremos que ele seja conhecido e usado por outros.

Aqui me recordo da conversa de Jesus com aquela jovem samaritana. Que maravilha, aquele encontro de Amor. Dele nasceu um propósito, uma missão. Aconteceu ali o abraço da tarefa com o dom ofertado. “Vinde ver um homem que me disse quem eu sou. Seria Ele o Cristo?” (Jo 4, 29). Como aquela jovem, os jovens de hoje depois que conhecem o YOUCAT se sentem motivados a sair de si e ir ao encontro de outros, lhes convidando a conhecerem Àquele que é capaz de apaziguar a nossa sede: Jesus de Nazaré! E o canal desse convite tem sido inegavelmente as redes e mídias sociais, como o próprio Santo Padre nos sugeriu.

Neste sentido é fascinante a resposta frutuosa que tem sido dada por nossos jovens. Realmente, o desejo do Santo Padre de partilhamos na internet tem sido cada vez mais crescente em nosso meio. Por meio dela cada um tem buscado participar e se envolver. Essa resposta tem se tornado de fato uma rede de interação e diálogo sobre a nossa fé.  E o bonito é perceber que essa semeadura no campo virtual, não tem sido infértil, ao contrário, posso atestar que realmente os frutos gerados têm sido a formação de grupos de estudo em paróquias, comunidades, escolas, universidades, nos diversos ambientes e segmentos jovens, revelando desta forma que realmente os “jovens não são tão superficiais como se diz deles. Eles querem saber o que é realmente a vida”, como concluiu o nosso Papa Bento XVI.





Por Jerônimo Laurício


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Bento XVI: "Sem Deus, o mundo só pode piorar"



Como já é tradição no dia 15 de agosto, Bento XVI deixou esta manhã a residência de Castel Gandolfo, onde descansa no verão – e foi à Paróquia de Santo Tomás de Vilanova, para presidir a missa da celebração da Assunção da Beata Virgem Maria.
O Papa foi acolhido com entusiasmo por um grupo de cidadãos e turistas da pequena cidade. Participaram da missa seu irmão Mons. Georg Ratzinger, o Secretário de Estado, Cardeal Tarcisio Bertone, os Cardeais Giuseppe Bertello e Domenico Calcagno, Prefeito e Regente da Casa Pontifícia, Dom James Harvey, Padre Leonardo Sapienza, o bispo de Albano, Dom Marcello Semeraro, e o pároco de Castel Gandolfo, Pe. Pietro Diletti.
O Papa iniciou a homilia explicando o significado do dogma proclamado em 1950 por Pio XII: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”. O dogma se tornou um “ato de louvor e exaltação”, o ato de proclamação da Assunta foi visto como uma “liturgia da fé”.
Citando o Magnificat, Bento XVI afirmou que o louvor a Virgem, Mãe de Deus, é da Igreja de todos os tempos e todos os lugares. “É um dever e um compromisso da comunidade cristã de todas as gerações”.
“Por que Maria é glorificada com a assunção ao céu?” – perguntou o Pontífice, respondendo que Ela viveu fielmente e guardou no seu íntimo as palavras de Deus a seu povo e as promessas feitas aos apóstolos. No Magnificat, a Palavra de Deus era a Palavra de Maria, luz de seu caminho.
Na leitura de hoje, do livro de Samuel, o evangelista faz um paralelo: Maria, que tem em seu ventre Jesus, é a Arca Santa que traz em si a presença daquele que é fonte de consolação, de alegria plena: “Maria é a ‘visita’ de Deus que traz alegria”. Também Lucas o diz explicitamente: “Bendito seja o Senhor, porque visitou e redimiu seu povo” - lembrou Bento XVI, falando aos paroquianos.
Improvisando, o Papa disse que por ser unida a Deus, “Maria está muito perto de cada um de nós; seu coração é grande, Ela pode ouvir e nos ajudar. Esta presença de Deus em nós é importante para iluminar as tristezas e os problemas do mundo”.
Bento XVI exortou os fiéis a abrirem o seu ser a Deus, para que “Ele possa entrar em nós e ser a força que dá a vida”. “Hoje – acrescentou – muitos esperam um mundo melhor, mas não se sabe quando este mundo melhor vai chegar. O certo é que um mundo que se afasta de Deus só pode piorar”.
Terminando a homilia, o Papa disse que é preciso confiar na materna intercessão de Maria, para que o Senhor reforce a fé na vida eterna e nos ajude a viver bem o tempo que Deus nos oferece com esperança.

HOMILIA DO PAPA BENTO XVI
Paróquia de São Tomás de Vilanova, Castel Gandolfo, quarta-feira, 15 agosto 2012
Queridos irmãos e irmãs,
01 de novembro de 1950, o Venerável Papa Pio XII proclamou como dogma de que a Virgem Maria “concluiu o curso da vida terrena, foi assunta em corpo e alma à glória celestial”. Esta verdade de fé foi conhecido pela tradição, criada pelos Padres Igreja, e foi principalmente um aspecto importante do culto da Mãe de Cristo. Justamente o elemento de culto constitui, por assim dizer, a força motriz que conduziu à formulação deste dogma: o dogma é um ato de louvor e exaltação para a Virgem Santa. Isso também emerge do texto da Constituição Apostólica, que afirma que o dogma é proclamado "para honrar o Filho, a glorificação da Mãe e da alegria de toda a Igreja." Foi bem expresso na forma dogmática o que já havia sido celebrado em adoração e devoção do povo de Deus como a glorificação maior e mais estável de Maria: o ato de proclamação da Assunção é apresentado quase como uma liturgia da fé. E no Evangelho que ouvimos agora, a própria Maria profeticamente pronuncia algumas palavras que guia nesta perspectiva. Ele diz: "Doravante todas as gerações me chamarão bem-aventurada" (Lc 1,48). É uma profecia para a história da igreja. Esta expressão do Magnificat, gravado por São Lucas, indica que o louvor da Virgem Santíssima, Mãe de Deus, intimamente unidos a Cristo, seu filho, sobre a Igreja de todos os tempos e lugares. E o registro dessas palavras que o evangelista supõe que a glorificação de Maria estava presente no momento da São Lucas e que ele considerava um dever e um compromisso com a comunidade cristã para todas as gerações. Palavras de Maria dizer que é um dever de lembrar a grandeza da Igreja de Nossa Senhora para a fé. Esta solenidade é, portanto, um convite a louvar a Deus, e olhar para o tamanho da Madonna, porque sabemos que Deus está no rosto dele.
Mas, porque Maria é glorificado com a assunção aos céus? São Lucas, como ouvimos, vê a raiz da exaltação e louvor a Maria, na expressão de Elizabeth: "Bem-aventurada aquela que acreditou» (Lc 1,45). E o Magnificat, esta canção para Deus atua na história é um hino de fé e amor, que brota do coração da Virgem. Ela viveu com fidelidade exemplar e guardado nas profundezas do seu coração as palavras de Deus para seu povo, as promessas feitas a Abraão, Isaac e Jacó, tornando o conteúdo da sua oração, a Palavra de Deus estava no Magnificat se a palavra Maria, a lâmpada de sua jornada, por isso vai estar disponível para acomodar no seu ventre o Verbo de Deus feito carne. O Evangelho de hoje chama esta presença de Deus na história e no mesmo curso dos eventos, em particular, há uma referência para o Segundo Livro de Samuel, no capítulo sexto (6:1-15), que transporta a Arca de Davi "Aliança. O paralelo é que o evangelista é clara: Maria esperando o nascimento de Jesus, o Filho é a Arca Sagrada, o que acarreta a presença de Deus, uma presença que é uma fonte de consolo, cheia de alegria. John, de fato, dançar no ventre de Isabel, assim como Davi dançou diante da Arca Maria é uma "visita" o Deus que cria alegria. Zacarias, em seu cântico de louvor vai dizer explicitamente: "Bendito seja o Senhor Deus de Israel, porque visitou e redimiu o seu povo" (Lc 1,68). A casa de Zacarias experimentou a visita de Deus com o nascimento inesperado de João Batista, mas especialmente com a presença de Maria, que carrega em seu ventre o Filho de Deus
Mas agora nos perguntamos: O que nos dá em nossa jornada, as nossas vidas, a Assunção de Maria? A primeira resposta é: em Assunção, vemos que em Deus não há espaço para o homem, o próprio Deus é o lar de muitos apartamentos dos quais Jesus fala (cf. Jo 14,2), Deus é o lar do homem, em Deus há lugar para Deus, Maria unida, unida a Deus, não longe de nós, não de uma galáxia é desconhecida, mas aquele que vem a Deus, porque Deus está ao nosso redor, e Maria, unidos a Deus, compartilhando a presença de Deus, está muito perto de nós, para cada um de nós. Não é uma palavra bonita de São Gregório Magno São Bento que ainda podemos aplicar ainda a Maria: São Gregório Magno diz que o coração de São Bento tornou-se tão grande que toda a criação pode vir para este coração. Isto aplica-se ainda mais a Maria: Maria, totalmente unido a Deus, tem um coração tão grande que toda a criação pode entrar esse coração, e ex-votos em todas as partes da terra para provar isso. Maria está próxima, pode ouvir, pode ajudar, está perto de todos nós. Em Deus não há espaço para o homem, e Deus está próximo, e Maria, unidos a Deus, está muito perto, seu coração é tão grande como o coração de Deus
Mas há também um outro aspecto: não só em Deus há lugar para o homem, o homem não é lugar para Deus, também vemos isso em Maria, a Arca Sagrada, que traz a presença de Deus Em nós não há espaço para Deus e esta presença de Deus em nós, tão importante para iluminar o mundo em sua tristeza, seus problemas, essa presença se realiza na fé: a fé abrimos as portas do nosso ser para que Deus entra em nós, para que Deus pode ser a força que dá vida e viagem para o nosso ser. Há um espaço em nós, vamos abrir-nos como Maria aberta, dizendo: "Seja feita a tua vontade, eu sou a serva do Senhor". Ao abrir-nos a Deus, não perdemos nada. Pelo contrário, a nossa vida se torna grande e rico.
Então, fé, esperança e amor são combinadas. Existem hoje muitas palavras em um mundo melhor para se esperar: seria a nossa esperança. Se e quando este mundo é melhor, não sei, eu não sei. É certo que um mundo que se afasta de Deus não se torna melhor, mas pior. Só a presença de Deus pode oferecer um mundo bom. Mas vamos deixar isso.
Uma coisa, uma esperança é certa: Deus está esperando, esperando por nós, não vão para o espaço, esperamos. Deus está esperando e ali, ir para outro mundo, a bondade de Mãe, encontramos o nosso próprio, encontramos o amor eterno. Deus espera por nós: esta é a nossa grande alegria e grande esperança que nasce esta celebração. Maria nos visita, e é a alegria da nossa vida é esperança e alegria.
Que tal, então? Coração grande, a presença de Deus no mundo, o espaço e o espaço de Deus em nós o amor de Deus por nós, a esperança, de esperar: esta é a sinfonia deste partido, uma indicação de que esta solenidade de meditação nos dá. Maria é a amanhecer e o esplendor da Igreja triunfante, e ela é o consolo e esperança para as pessoas que ainda a caminho, diz o Prefácio de hoje. Confiemos à sua materna intercessão, para que obtenha do Senhor para reforçar a nossa crença na vida eterna, nos ajude a viver bem o tempo que Deus nos dá esperança. A esperança cristã, que não é apenas a nostalgia do céu, mas o desejo vivo e ativo de Deus aqui no mundo, o desejo de Deus que nos faz peregrinos inquieto, alimentando em nós a coragem e a força da fé, coragem e ao mesmo tempo poder do amor. Amém.

Fonte: Portal UM

terça-feira, 14 de agosto de 2012

15 de Agosto: Solenidade da Assunção de Nossa Senhora


No dia 15 de agosto a Igreja celebra a solenidade da Assunção de Nossa Senhora. É a terceira e última solenidade de Maria durante o ano na Igreja universal.
Dia 8 de dezembro ela celebra a Imaculada Conceição e, dia 1º de janeiro, Nossa Senhora, Mãe de Deus. Pelo fato de o dia 15 de agosto não ser feriado, a Igreja celebra esta festa no domingo depois do dia 15. Sua Liturgia é muito rica.
Assunção de Nossa Senhora, ou Nossa Senhora assunta ao céu, ou ainda Nossa Senhora da Glória, está entre as festas de Nossa Senhora muito caras ao nosso povo. Faz parte da piedade popular do Catolicismo tradicional.
Esta é também a vitória de Maria, celebrada nesta festa da Assunção. Ela não obteve nenhuma medalha de ouro, nos jogos olímpicos; simplesmente está coroada de Doze estrelas, na fronte, por ter assumido e vencido, no seu papel de Mãe de Jesus e Mãe da Igreja.
Na sua Assunção, Maria diz-nos agora: Olhai: a minha vida era dom de mim mesma. E agora esta vida perdida, de entrega e serviço, alcança a verdadeira vida: a vida eterna, a vida plena, a vida repleta de sol, circundada pela luz de Deus.
A vida não se conquista, tomando-a para si, mas oferecendo-a e multiplicando-a, pelos outros.
É necessário dizer não à cultura amplamente dominante da morte, que se manifesta, por exemplo, na droga, na fuga do real para o ilusório, para uma felicidade falsa, que se expressa na mentira, no engano, na injustiça, no desprezo do próximo e dos que mais sofrem; que se exprime numa sexualidade que se torna puro divertimento, sem responsabilidade.
A esta promessa de aparente felicidade, a esta pompa de uma vida aparente, que na realidade é apenas instrumento de morte, a esta anticultura dizemos não, para cultivar a cultura da vida.
A Assunção da Virgem Maria representa a fé da Igreja na obra da redenção. Entre as formas de redenção a Igreja reconhece uma forma radical de redenção: Unida ao Filho na vida e na morte, a Igreja sabe que Maria foi associada à glória do Filho Ressuscitado.
A Assunção é a Páscoa de Maria. Criatura da nossa raça e condição, Mãe da Igreja, a Igreja olha para Maria como figura do seu futuro e da sua pátria.
Só Deus pode dar uma recompensa justa aos serviços prestados aqui na terra; só ele pode tirar toda dor, enxugar todas as lágrimas, encher nossa vida de alegria.
A festa da Assunção de Maria nos faz crer que a vocação da humanidade é chegar à plena realização e à vitória definitiva sobre todas as mortes.
Celebrando a Assunção da Virgem Maria aos Céus, o Senhor renova em nós a aliança e nos dá um novo sentido para a nossa vida.
A Assunção de Maria valoriza muito o nosso corpo, templo do Espírito Santo, como manifestação de todo o nosso ser, aos olhos dos outros.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

04 de Agosto DIA DO PADRE



Dia do Padre
Em 04 de Agosto é comemorado o Dia do Padre, o Padre é o servo de Deus na Terra, um sacerdote, um pai, semelhante a Cristo que amou a todos e deu a sua vida aos pobres e as pessoas simples marginalizadas.
Vejamos quem é o Padre:
É alguém escolhido por Deus, dentro de uma comunidade, no seio de uma família, para ser o continuador da obra salvadora de Jesus. Ele assume a missão de construir a comunidade.
Por graça e vocação, o padre age em nome de Jesus: ele perdoa os pecados, ele reconcilia seus irmãos com Deus e entre si; ele trás a bênção de Deus para todos.
O padre é aquele que celebra a vida de Deus na vida da comunidade. Na Celebração Eucarística , ele trás Jesus para as comunidades. A Eucaristia é a razão primeira do sacerdócio.
O padre alimenta seus fiéis por esse sacramento, pela sua pregação e pelo seu testemunho.
Padre é o modelo por excelência de Jesus Cristo, o bom Pastor. Por esse motivo ele deve ser como o Cristo Pastor. O Padre deve ser o pastor atencioso de seu rebanho.
Deve guiar por bons caminhos, orientando nas dificuldades e prevenindo quando necessário. Deve defender seus irmãos dos lobos modernos que devoram os menos esclarecidas e dos ladrões que atacam, que confundem e dispersam o único rebanho do Senhor.
Padre é o homem de Deus que deve estar no meio do povo: nas Paróquias, nas Pastorais, nos Seminários, nos Hospitais, nas Escolas e Faculdades, nos Meios de Comunicação Social, nas Comunidades Inseridas e entre os mais pobres e marginalizados... É um sinal de que o Reino de Deus existe entre nós.
Onde nascem as vocações?
Na família que reza unida
Nos grupos de catequese, de adolescentes, de coroinhas ou acólitos
Nos grupos de jovens, grupos missionários, grupos de vivência da fé
Nas paróquias e comunidades eclesiais, onde o Padre deve ser o maior incentivador das vocações...
Eis a nossa mensagem para que tenhamos mais padres:
Vamos rezar sempre pelas vocações
Façamos de tudo para incentivar os jovens e adolescentes para que sigam essa vocação
Vamos falar bem da vocação sacerdotal na família, na escola, na catequese, nos grupos de adolescentes, de jovens...
Vamos implantar em nossa comunidade o trabalho vocacional, instituindo um casal ou uma equipe que se interesse pelas vocações, que promova, incentive e oriente os adolescentes e jovens a participarem dos encontros vocacionais;
Façamos de tudo para criar na comunidade um clima favorável ao o surgimento das vocações. Este é um trabalho conjunto exercido pelo Pároco, pelos jovens, pelos catequistas, pelas famílias, pelo Movimento Serra e demais movimentos, pelos que animam a liturgia e grupos de reflexão. Todos somos responsáveis para que tenhamos mais sacerdotes.
O Papa João Paulo II, nos ensina: “Descei no meio dos jovens e chamai, não tenhais medo de chamar”. Devemos chamar sempre. Que tal fazermos algo concreto pelas vocações em nossa comunidade? O que poderemos fazer?
Parabéns aos nossos padres!
Oração pelos sacerdotes
Senhor Jesus Cristo que, para
testemunhar-nos o vosso amor infinito, instituístes o sacerdócio
católico, a fim de permanecerdes entre nós, pelo ministério
dos padres, enviai-nos santos sacerdotes.
Nós vos pedimos por aqueles que estão conosco, à frente da nossa comunidade, especialmente pro pároco da nossa paróquia.
Pedimos pelos missionários que andam pelo mundo, enfrentando cansaço, perigos e dificuldades, para anunciar a Palavra da Salvação.
Pedimos pelos que se dedicam ao serviço da caridade, cuidando das crianças, dos doentes, dos idosos e de todos os que sofrem e estão desamparados.
Pedimos por todos aqueles que estão a serviço do vosso Reino de justiça, de amor e de paz, seja ensinando, abençoando ou administrando os sacramentos da salvação.
Amparai e confortai, Senhor, aqueles que estão cansados e desanimados, que sofrem injustiças e perseguições pelo vosso nome ou que se sentem angustiados diante dos problemas.
Fazei que todos sintam a presença do vosso amor e a força da vossa Providência. Amém.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Dia Nacional da Juventude 2012

cartaz_dnj2012_topo1

O cartaz oficial e o subsídio do Dia Nacional da Juventude (DNJ) 2012 foram lançados nesta quarta-feira, dia 1º de agosto. O tema do DNJ deste ano é "Juventude e Vida" e o lema "Que vida vale a pena ser vivida?".

O cartaz deste ano foi escolhido pelos membros da Coordenação Nacional de Pastoral Juvenil formada por jovens de pastorais, movimentos, congregações e novas comunidades que atuam com a juventude. O subsídio para a vivência do DNJ foi elaborado por esse grupo.

Segundo um dos assessores da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, padre Antônio Ramos do Prado, a construção do subsídio do Dia Nacional da Juventude (DNJ) 2012 foi feita a partir do aprofundamento do estudo sobre a realidade juvenil e à luz da Campanha da Fraternidade de 2013, fundamentados no texto bíblico de João 10,10: “Eu vim para que todos tenham vida”.

"Esse cartaz, feito por Francisco D'almeida, vencedor do concurso, manifestou com mais propriedade o tema e lema do DNJ porque focou os sinais da vida da juventude do Brasil", disse o padre Antônio Ainda segundo o padre, a ideia do jovem pintando os sinais de vida no Brasil manifesta o protagonismo juvenil dentro e fora da Igreja. "Parabéns ao autor que se colocou à disposição para fazer os ajustes necessários", afirmou.


quarta-feira, 1 de agosto de 2012

VOCAÇÃO!!!!


Falamos muito de vocação. Quando dizemos que alguém tem vocação, afinal o que queremos dizer? A palavra vocação vem do verbo no latim "vocare" (chama?). Assim vocação significa chamado. É, pois, um chamado de Deus. Se há alguém que chama, deve haver outro que escuta que responde.


A vida de todo ser humano é um dom de Deus. “Somos obra de Deus, criados em Cristo Jesus"(Ef 2,10). Existimos, vivemos, pensamos, amamos, nos alegramos, sofremos, nos relacionamos, conquistamos nossa liberdade diante do mundo que nos cerca e diante de nós mesmos.

Não somos uma existência lançada ao absurdo. Somos criaturas de Deus.

Não existe homem que não seja convidado ou chamado por Deus a viver na liberdade, que possa conviver, servir a Deus através do relacionamento fraternal com os outros.

Você é uma vocação. Você é um chamado.

Encontramos na Bíblia muitos chamados feitos por Deus: Abraão, Moisés, os profetas... Em todas as escolhas, encontramos:
  • Deus chama diretamente, pela mediação de fatos e acontecimentos, ou pelas pessoas.
  • Deus toma a Iniciativa de chamar.
  • Escolhe livremente e permite total liberdade de resposta.
  • Deus chama em vista de uma missão de serviço ao povo.
Vocação é o encontro de duas liberdades:
  • a de Deus que chama
  • a do Homem que responde
Podemos fazer uma distinção entre os chamados: vocação à existência, vocação humana, vocação cristã e vocação específica, uma sobrepondo-se à outra.

Vocação à existência -À vida

Foi o primeiro momento forte em que Deus manifestou todo o seu amor a cada um de nós. Deus nos amou e nos quis participantes de seu projeto de criação como coordenadores responsáveis por tudo o que existe. Fomos criados à imagem e semelhança de Deus. A vida é a grande vocação. Deus chama para a vida, e Jesus afirma que veio para que todos a tenham em abundância. (Jo 10,10) 

Vocação humana - Ser gente, ser pessoa

Foi nos dada a condição da "liberdade dos filhos de Deus", inteligência e vontade. Estabelecemos uma comunhão com o Criador e, nessa atitude dialogai, somos pessoas. A pessoa aprende a conviver, a dialogar, enfim, a se relacionar. Todos têm direitos e deveres recíprocos.
Infelizmente, a obra-prima do Criador anda muito desprezada: enquanto uns têm condições e oportunidades, outros vivem na miséria, sem condições básicas para ressaltar a dignidade com que foram constituídos. No mundo da exclusão acontece a "desumanização” ‘e pode-se perder a condição de pessoa humana. 

Vocação cristã - Vocação de filho, de batizado

Todo batizado recebeu a graça de fazer parte do povo eleito por Deus, de sua Igreja. Através da vocação cristã, somos chamados à santidade, vocação à perfeição, recebendo a mesma fé pela justiça de Deus. Fomos, portanto, eleitos e chamados pessoalmente por Cristo para ser, como cristãos, testemunhas e seguidores do Mestre Jesus. Chamados â fé pelo batismo, a pessoa humana foi qualificada de outra forma. Assim todos fazem parte do "reino de sacerdotes, profetas e reis". (1 Pd 2,9) 

Toda pessoa batizada tornou-se um seguidor de Cristo, participante de uma comunidade de fé que pode ser chamada para participar da obra de Deus, como membro de sua Igreja, seguindo caminhos diferentes: 

Vocação laical (no matrimônio /no celibato / solteiro - apóstolo)

l Assim todo cristão solteiro ou casado, batizado em Cristo, tornando-' se membro da sua Igreja, é convocado a ser apóstolo, anunciador do l Reino de Deus, exercendo funções temporais. O leigo vive na l secularidade e exerce sua missão insubstituível nos ofícios e trabalhos l deste mundo. O Concilio Vaticano II sublinhou que a vocação e a missão l do leigo "contribuem para a santificação do mundo, como fermento na \ massa'. (LG31) 

Vocação ao ministério ordenado (diácono, padre e bispo)

É uma vocação de carisma particular, é graça, mas passa pela mediação da Igreja particular, pois as vocações são destinadas à Igreja. Acontece num acompanhamento sistemático, amadurecendo as motivações reais da opção. O ministro ordenado preside e coordena os serviços da comunidade. Por intermédio dos sacramentos, celebra a presença de Deus no meio do seu povo. O presbítero é enviado a pastorear e animar a comunidade. Ele é o bom pastor que guia, alimenta, defende e conhece as ovelhas. "Isto exige humanidade, caráter íntegro e maduro, virtudes morais sólidas e personalidade madura". (OT 11) 

Vocação à vida consagrada  (ser irmão religioso ou irmã religiosa / vida ativa ou contemplativa)

O religioso é chamado a testemunhar Cristo de uma maneira radical, vivendo uma consagração total nos votos de pobreza, castidade e obediência. Com a pobreza, vivem mais livres dos bens temporais, tornando-se disponíveis para Deus, para a Igreja e para os irmãos. Com a castidade, vivem o amor sem exclusividade, sendo sinal do mundo l futuro que há de vir. Com a obediência, imitam a Cristo obediente e fiel à vontade do Pai.

Textos bíblicos


Mateus 25,14-30; João 14, 5 - 7


Leia estes textos com calma, um de cada vez, procurando trazê-los para a sua vida.