quarta-feira, 15 de junho de 2011

Creio, mas não pratico

Quando, num encontro de amigos, a conversa gira em torno de assuntos religiosos, é comum alguém declarar, com naturalidade e segurança: “Creio, mas não pratico!” Trata-se de uma afirmação que parece ser tão bem formulada, tão lógica, que, normalmente, ninguém a contesta. Assim, dias depois, em outro grupo, se a discussão for também sobre questões religiosas, é possível que alguém volte a fazer a mesma afirmação. Mais do que uma afirmação isolada, essa idéia de que se pode acreditar sem colocar em prática aquilo em que se acredita é tão comum que já se tornou uma mentalidade em muitos ambientes.
A justificativa desse comportamento varia de pessoa para pessoa. Há aquela que deixou de lado a prática religiosa pela decepção com um líder da comunidade; outra, sem perceber, abandonou, pouco a pouco, sua vida de fé: passou tanto tempo sem ler a Palavra de Deus, sem rezar e sem assistir à missa dominical que, quando notou, já havia organizado sua vida de tal maneira que não havia mais espaço para expressões religiosas; outras pessoas tinham um conhecimento tão superficial de sua religião que, sem grandes questionamentos, a abandonaram. Há, também, as que procuram o batismo dos filhos, a missa de formatura ou de sétimo dia, tão somente como atos sociais.
Afinal, é possível crer sem praticar? Algumas pessoas deixam a prática religiosa com o argumento de que buscam uma maior autenticidade. Dizem não gostar de normas e ritos: preferem uma religião “mais espiritual”, sem estruturas. Esquecem-se de que somos seres humanos, não anjos. Os anjos não precisam de sinais, gestos e palavras para se relacionarem. Nós, ao contrário, usamos até nosso corpo como meio de comunicação. Traduzimos nossos sentimentos com um sorriso ou um aperto de mão, uma palavra ou um tapinha nas costas; fazemos questão de nos reunir com a família nos dias de festa e telefonamos para o amigo, cumprimentando-o no dia de seu aniversário; damos uma rosa para nossa mãe e nos encantamos com o gesto da criança que abre seus braços para acolher o pai que chega. Como, pois, relacionar-nos com Deus tão somente com a linguagem dos anjos, que nem conhecemos?
A fé nos introduz na família dos filhos e filhas de Deus; nela, é essencial a prática do amor a Deus e ao próximo. Nossa família cristã tem uma história, uma rica tradição e belíssimas celebrações. Pode ser que alguém não as entenda. Mas, antes de simplesmente ignorá-las ou, pior, de desprezá-las, não seria mais prudente procurar conhecê-las, penetrar em seu significado e descobrir seus valores? O essencial, já escreveu alguém, é invisível aos nossos olhos.
Não se pode querer uma fé sem gestos, com a desculpa da busca de maior autenticidade. O Pai eterno, quando nos quis demonstrar seu amor, levou em conta nosso jeito de ser, de pensar e agir. Mais do que expressar “espiritualmente” seu amor, concretizou-o: enviou-nos seu Filho, que habitou entre nós. Algumas Bíblias, em vez de traduzirem o ato descrito pelo evangelista João, na forma clássica – “e o Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo 1,14) –, preferem a expressão: “e armou sua tenda no meio de nós”, para expressar a idéia de que Deus, em Jesus Cristo, passou a morar em uma tenda ao lado da nossa. Em sua primeira carta, S. João dá um testemunho concreto dessa experiência de proximidade: “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e o que as nossas mãos apalparam da Palavra da Vida (...) isso que vimos e ouvimos, nós vos anunciamos, para que estejais em comunhão conosco” (1Jo 1,1.3). Ele considerou ter sido uma graça especial ter podido ouvir, ver e tocar o Filho de Deus. Jesus, por seu lado, tendo assumido a natureza humana, submeteu-se a ritos: passou noites em oração, foi ao Templo de Jerusalém e frequentou sinagogas.
“Creio, mas não pratico”. A fé (“creio”) e a vida (“não pratico”) não podem estar assim separadas. Por sua própria natureza, devem estar unidas. Uma fé sem obras é morta; obras, mesmo que piedosas, sem fé tornam-se vazias.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Você já pensou em ser padre?


Esta pergunta é muito comum quando um jovem começa a se engajar em alguma pastoral ou movimento em sua paróquia. Mesmo que não seja o seu caso, essa questão merece atenção. Cada vez mais, tem crescido o número de padres mais jovens. Em alguns países, como nos EUA, mais da metade das ordenações, em 2011, é de jovens com idades entre 25 e 34 anos. Será que é difícil falar de sacerdócio com os jovens nos dias de hoje?

O cardeal dom Cláudio Hummes, arcebispo emérito de São Paulo e ex-prefeito da Congregação para o Clero (organismo do Vaticano responsável por acompanhar os padres do mundo todo), revelou ao site Jovens Conectados que, apesar de não haver um levantamento mundial sobre a faixa etária dos sacerdotes, durante suas viagens a diversos países ele notou um número significativo de padre jovens.
“Participei de um grande encontro de presbíteros na Índia, por exemplo, no qual a grande maioria era de jovens. Isso eu também pude notar em alguns outros países pelos quais eu passei”, disse o cardeal que, por outro lado, destacou que na Europa acontece o contrário. “Há uma grande carência de padres jovens. A grande maioria dos padres na Europa tem acima de 60 anos”.
Encontro pessoal com Jesus Cristo
Para o cardeal, o grande desafio para tratar do tema do sacerdócio com os jovens é, em primeiro lugar, ajudá-los a terem um encontro pessoal com Jesus Cristo. “Um encontro pelo qual eles, de fato, se encantem com Jesus Cristo e façam a sua adesão pessoal a Ele. Não basta ensinar uma doutrina para os jovens. Em todo ser humano, a fé se inicia quando há um encontro pessoal com Deus”, explicou.
Tal experiência é confirmada pelo padre Marcelo Gualberto, sacerdote há três anos e atual secretário das Pontifícias Obras Missionárias (POM). Goiano e com 30 anos, padre Marcelo contou que um dos maiores desafios para um jovem viver o sacerdócio são justamente as oportunidades oferecidas pelo mundo. “O jovem sempre tem curiosidade sobre as novas realidades que surgem na sociedade. Mas a essência do ministério sacerdotal é poder enxergar a luz de Cristo em meio a todas essas diversidades”.
Pastorais e movimentos
As pastorais de juventude, os movimentos eclesiais e novas comunidades têm grande importância no despertar vocacional dos jovens para o sacerdócio. “O jovem, de fato, busca pra si um projeto de vida que valha a pena. Por isso, todos os grupos eclesiais que trabalham com os jovens devem ser apreciados e incentivados”, ressaltou, reforçando que é preciso refletir sempre de novo sobre “como fazer de Jesus Cristo uma boa notícia para os jovens”.

Ainda de acordo com o arcebispo, em uma sociedade como a atual, “laicista, arreligiosa, quando não, contra a religião”, só a partir de uma vivência da fé que o jovem pode se sensibilizar com um chamado de Deus para uma vocação especial dentro da Igreja. “As próprias Jornadas Mundiais da Juventude buscam levar estes jovens para uma adesão pessoal a Jesus Cristo, além de darem uma forte mensagem ao mundo de que é preciso chegar até os jovens”, disse.
Foi em um grupo de jovens de uma paróquia no Haiti, que o padre Jean-Robert Michel sentiu chamado para o sacerdócio. “Foi lá que engatinhei no seguimento de Cristo, onde também mergulhei na terrível pobreza que provocava um profundo sofrimento em jovens, crianças, idosos e adultos”, relatou o haitiano, que foi ordenado padre por dom Cláudio, em São Paulo, e hoje vive no Canadá.
Para o missionário, apesar das muitas opções oferecidas pelo mundo aos jovens, não é difícil falar de sacerdócio com eles. “Tenho observado que é preciso desenvolver uma maneira de se aproximar dos jovens. Eu, por exemplo, indago a eles sobre o chamado para despertar algo que já possa existir neles. É o Espírito de Jesus quem trabalha a pessoa”, disse.

Testemunho
Outro fator importante para despertar vocacional entre os jovens é o convívio com os padres. Padre Marcelo lembrou uma da mensagem do Papa Bento XVI :“o testemunho suscita vocações”. “Quando jovem que vê um padre jovem, no vigor de seu ministério, na realização do sacerdócio, que transparece a felicidade, certamente essa é a maior propaganda vocacional”, afirmou o padre, que relatou que na sua diocese de origem, Uruaçu (GO), há um número muito significativo de sacerdotes jovens e o surgimento de muitas vocações.
Porém, isso não descarta a necessidade de uma boa Pastoral Vocacional, como apontou dom Cláudio. Para ele, essa pastoral é fundamental na ajuda do discernimento vocacional da juventude. “Isso significa dar oportunidades ao jovem para que ele possa conversar com uma pessoa da Igreja, na qual ele confie, para que ele possa falar sobre o chamado que ele está sentindo dentro de si”.
Vale a pena ser padre
Ao deixar sua mensagem aos jovens padres, o cardeal Hummes lembrou do que o Papa João Paulo II costumava exortar sobre a fidelidade como condição para a felicidade. “A felicidade de conjuga com fidelidade. Em todas as vocações, só sendo fiéis é que se pode ser feliz”, lembrou dom Claúdio, que sempre recordava essa frase nas ordenações sacerdotais que presidia.

Dom Cláudio também usou as palavras do Beato João Paulo II, reforçadas pelo Papa Bento XVI, ao deixar sua mensagem aos muitos jovens que sentem o chamado para o sacerdócio em seu coração. “Não tenham medo! Não tenham medo de ouvir a voz de Deus. Porque Deus não quer conduzir ninguém à infelicidade. É preciso, claro, ser alguém disposto a seguir a Jesus neste grande ministério que é do próprio Cristo, verdadeiro sacerdote”, afirmou.
“Vale a pena ser padre!”, garante padre Marcelo, sem esquecer-se das dificuldades que existem e são próprias dessa vocação, assim como o Matrimônio, por exemplo, tem suas dificuldades. “Mas a alegria de poder estar à disposição de Cristo, para segui-lo e anunciá-lo, deve ser algo que contagie a todos os jovens que querem buscar uma consagração total a Deus”.
Então, se você sente este chamado para o sacerdócio, ou tem dúvidas sobre vocação, procure o seu pároco, ou o Serviço de Animação Vocacional (SAV) de sua diocese.

14 de junho: Dia Mundial do Doador de Sangue


Celebra-se, nesta terça-feira, o Dia Mundial do Doador de Sangue, estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que este ano tem como tema "Mais sangue. Mais Vida". O objetivo dessa jornada é conscientizar as pessoas sobre a necessidade de contar com sangue seguro e celebrar os doadores voluntários graças aos quais muitas pessoas podem viver melhor.

A OMS promove também este ano a campanha "Pintando o Mundo de Vermelho". O objetivo da campanha é conscientizar, por meio de ações culturais, a importância e a necessidade de hemocomponentes seguros para a população e agradecer aqueles que salvam vidas através do ato de doar sangue.

Segundo a OMS, 93 milhões de pessoas doam sangue anualmente no mundo inteiro e 62 países relataram que coletam 100% de sangue de doadores voluntários.

O Papa recordou no Regina Coeli, do último domingo, os doadores de sangue, pessoas que ajudam silenciosamente os irmãos em dificuldade. Bento XVI saudou todos os doadores e convidou os jovens a seguirem os seus exemplos.

E você, já doou sangue?
Colabore também ajudando a espalhar a tag #doesangue no Twitter!

Arquidiocese de Olinda e Recife cria Comissão para Juventude

A Arquidiocese de Olinda e Recife (PE) criou a Comissão Arquidiocesana de Pastoral para a Juventude e a Comissão Arquidiocesana, no último dia 5, solenidade da Ascenção do Senhor e 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais. Juntamente com este organismo, foi criada a Comissão Arquidiocesana de Pastoral para a Educação e Cultura, inspiradas pela criação dessas novas comissões em nível nacional, durante a 49ª Assembleia Geral da CNBB, em maio.

Para presidir a Comissão para a Juventude, o arcebispo metropolitano de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, nomeou o padre Gimesson Eduardo, da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus (dehonianos) presidirá. Padre Gimesson já desempenhava, desde 2009, a função de padre referencial do Setor Juventude Arquidiocesano.
Durante a coletiva de imprensa, junto ao arcebispo e aos vigários gerais e episcopais, o dehoniano afirmou que através da Comissão para a Juventude vai “buscar potencializar o trabalho que já se desenvolve no território arquidiocesano, melhorando a rede de articulação entre pastorais, movimentos, novas comunidades e outras instituições, inclusive governamentais”. Segundo o padre Gimesson, a partir dos alarmantes dados de violência nos municípios da arquidiocese, uma grande preocupação da ação evangelizadora será suscitar uma reflexão profética sobre a violência juvenil e contra os jovens, bem como a busca da construção de uma cultura de paz. “Infelizmente ainda ocupamos o pódio no ranking da violência contra aqueles que deveriam ser prioridade em nossa sociedade”, disse.

domingo, 12 de junho de 2011

Liberar as drogas não soluciona nada, afirma perito

O médico especialista em neonatologia e bioeticista italiano, Dr. Carlo Bellieni, assinala que a despenalização das drogas não resolve os muitos problemas que estas geram. Em um artigo publicado no dia 8 de junho no L’Osservatore Romano titulado "A verdadeira cura é a prevenção", o perito responde assim ao chamado "Comitê Global de Políticas Antidrogas" que sugeriu no último 2 de junho despenalizar o consumo da maconha como uma medida para a luta contra as drogas.
Neste grupo participam o ex-presidente brasileiro Fernando Henrique Cardoso; o ex-secretário geral da ONU, Kofi Annan, o ex-presidente colombiano César Gaviria, o ex-presidente mexicano, Ernesto Zedillo, a ex-mandatária a Suíça Ruth Dreifuss, o escritor mexicano Carlos Fontes e o peruano que obteve o prêmio Nobel de Literatura 2011, Mario Vargas Llosa; entre outros.

O médico italiano explica que existem dois grupos de promotores da despenalização: uns que usam os meios televisivos para ter mais audiência e outros como o comitê, que acreditam que "liberalizando a droga se reduz o mercado da delinqüência".
"Ambos se equivocam: –precisa– os primeiros porque especulam de má fé com a debilidade da adolescência, os segundos porque a liberalização não tem feito desaparecer, por exemplo, os jogos de azar clandestinos e não reduziu o consumo de álcool".

Para o perito, "a droga não é em primeiro lugar um problema de delinqüência mas sim de um vazio de desesperança e de projeção, repleto de uma felicidade artificial que destrói o cérebro".

Depois de citar dois recentes estudos internacionais, um na Suíça e outro em Reino Unido, que mostram os efeitos nefastos da droga nos jovens, o Dr. Bellieni recorda que em julho de 2007 o jornal Lancet "mostrava que eliminando a maconha, a psicose da população diminuiria em 14 por cento".

Por estes motivos e pelo fracasso das políticas de despenalização, a American Academy of Pediatrics "pronunciou-se claramente contra a liberalização da cannabis (maconha). Por causa de seus efeitos nos jovens, além disso do risco de tumores, é contrária à idéia de uma cannabis terapêutica, que uma última análise a revela apenas como uma porta aberta à liberalização mais que como uma arma real contra a dor".

O perito explica logo que não se pode comparar a droga ao vinho ou ao tabaco porque o primeiro é um alimento e o segundo "não fazer perder a cabeça" como sim o faz a maconha.
Neste sentido, adverte, "a liberalização de uma substância nociva termina por fazer sentir injusta a luta contra as outras. E pode ser querida apenas por uma ideologia rançosa, a daqueles veteranos da resposta, que ainda pregam a falta de responsabilidade, ignorando o pranto das vítimas dos acidentes de trânsito causados por jovens drogados, os lamentos dos pais de suicidas ou as lágrimas dos intoxicados acabados, quando no melhor dos casos, estão em algum centro de reabilitação".

Para o médico italiano, esta perspectiva que busca a despenalização do consumo de maconha "é a ideologia de quem, como escrevia Pier Paolo Passolini, brincou de bancar o revolucionário e, chegado à velhice, lembra-se de ‘ter servido o mundo contra o qual, com zelo, levou adiante a luta’. E deixa aos jovens como presente apenas a solidão, cheia de droga".

O Dr. Bellieni qualifica esta maneira de pensar como uma "ideologia manca" que fracassa na luta e cujos resultados são vistos na Holanda, onde com políticas de abertura às drogas desde 1976 triplicou-se o consumo de maconha e heroína; ou na Suíça, onde experiências similares "acabaram em terminantes fracassos".

"A sede de significado e de amor –conclui– não se preenche com álcool ou droga. Assim só se gera marginalização".

sábado, 11 de junho de 2011

Mensagem de Pentecostes 2011

Meu irmão, minha irmã,
Cantemos pedindo juntos...
A nós descei divina luz, a nós descei divina luz.
Em nossas almas ascendei o amor de Jesus,
Em nossas almas ascendei o amor de Jesus
Sim, que este Espírito Divino, o Espírito Santo, seja derramado em toda a face de terra, em cada coração.  “... enchei-vos do Espírito de Deus...” (Efésios 5.18)
  “... sois luz, andai como filhos da luz...” (Efésios 5.8) – “... onde brilhais como luzeiros no mundo...” (Efésios 2 13-15) - Espalhando sua LUZ, seu Amor  a todos, para que cada ser humano, criado à imagem e semelhança de Deus, irmãos uns dos outros, saibamos juntos construir  e fazer presente  a Civilização do Amor.
Por AMOR fomos criados, para o AMOR existimos só ele faz germinar a VIDA e a mantêm. “...o amor é forte como morte...” (cânticos 8.6) por isso o AMOR, pode vencê-la. “... onde está oh morte a tua vitória...” (1ª Corint. 15.55)- “... quem não ama permanece na morte...” (1ª João 3.13-14).
Para a VIDA fomos criados, “... Eu vim para que todos tenham vida...” (João 10.10), “... no amor não existe medo...” (1ªJoão 4.18), então sem medo façamos tudo, de tudo, em favor da VIDA.   Banindo, expulsando, exorcizando a morte, com todas as suas formas e caricaturas... não tenham medo........
“... Estarei com vocês até o fim dos tempos...” (Mateus 28.20). “... coragem EU venci o mundo...” (João 16.33).
Para que isto aconteça, só estando cheios da LUZ do Espírito, que nos faz outros Cristos. “... luz do mundo...” (Mateus 5.14), “... para resplandecer nas trevas...” (João 1.5).
Nestes tempos precisamos emprestado o Coração de Jesus, para amar, com a intensidade que  é necessário amar, os irmãos , uns aos outros..., como a si mesmos... (Mateus 22.37-39)
 Com este fogo aceso em nós, sejamos o bom perfume de Jesus por onde passamos. (2ªCor 2.15). Onde vivemos.
Vem Espírito Santo, Vem Espírito santo, Vem
Transformar a Minha vida,
Fazer-me Nova Criatura
Teu sou.

Abertura do triduo de Santo Antônio em Serrinha